
Hoje, a muito custo, terminei de ler este livro. Formalmente é fraco e o conteúdo segue a fórmula gasta do homem que percorre o caminho até à elevação, numa mistura de realismo fantástico e onírico. Para além disso, a tradução é má (primeiro do japonês para o inglês e só então para o português): acredito que quando se nota que um texto não foi escrito na língua em que está a ser lido, então o tradutor falhou. É este o caso. Não gostei.
O primeiro livro que se lê determina a imagem com que se fica do seu autor e, confesso, não me apetece voltar a tentar Murakami. Já me disseram que Kafka à Beira-Mar é muito melhor, mas não sei se me apetece.
2 comentários:
Pois, por mim o Kafka pode continuar ali à beira-mar, que é como quem diz na prateleira à espera do dia-em-que-não-lhe-volto-a-pegar... Murakami é sempre igual, já percebi (tradução: uma chatice de autor).
;)
e eu até estava com curiosidade em relação a este autor
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