
Essencialmente, trata do cruzamento de tempos, de histórias de vida e de morte, de sentimentos fortes e destrutivos... Suspense psicológico, daquele que põe portas a abrir sem ninguém as empurrar e lâmpadas a piscar, com uma excelente interpretação de Belén Rueda.
Melhor cena: a mãe que encontra o cadáver do filho e o embala como se tivesse vida, e ela própria desiste de viver para cumprir o desejo de o reencontrar.
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