Julgava que vinha encantada com o Ruy de Carvalho e afinal foi o Virgílio Castelo que me maravilhou. O texto é bom, mas as interpretações e a encenação (do João Mota) são verdadeiramente extraordinárias. Não entrei imediatamente na peça, mas depois nem se dá pelo tempo passar.
Aconselho vivamente. Mesmo.
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