Mais de metade já estão comprados, embrulhados e prontos a emigrar para debaixo da árvore.
Este ano, a coisa tornou-se mais pragmática. Para além de termos reduzido substancialmente a lista dos felizes contemplados, na maior parte dos casos perguntámos o que lhes dá jeito para não corrermos o risco de dar o que a pessoa já tem. Não é muito romântico, mas é certamente melhor.

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