Tenho o corpo a pedir chuva. Ou descanso. Dói-me cada osso e cada músculo e cada uma de todas as outras parcelas que me compoem. Apetecia-me ir para casa e atirar-me no sofá à espera que me passe a constipação. Mas em vez disso, vou continuar por aqui, a viver um entediante dia de trabalho, e ao fim da tarde, quando este esqueleto cansado esperaria por horas mais tranquilas, vou dar o corpo ao manifesto e perceber que estou à beira da loucura.

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