A mãe de uma amiga minha faleceu na passada semana. A seco, sem um pré-aviso, um sinal, o que quer que fosse. Desde então tenho andado consumida com uma dúvida: como é que se pode continuar a viver sem mãe? Como é que se pode continuar a viver sem aquela presença vital, contínua, alerta? Pode-se, claro. Mas não da mesma maneira, tenho a certeza.

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