quarta-feira, 14 de maio de 2014


A primeira metade da licença de paternidade do T. terminou e hoje lá foi ele (contrariadíssimo!) para o escritório. Eu fiquei um-dia-inteiro com os dois piratas e sobrevivi. Ia dando em louca, mas sobrevivi. Li algures que os filhos só assustam quando são mais do que os pais e juro que me lembrei muitas vezes disso.

O mais pequeno mantem-se na onda dele: desde que o leitinho seja servido a horas, que tenha a fralda seca, que a roupa não seja demasiado fresca ou quente e que o colinho esteja disponível, tudo nice, no worries - pelo menos, até ver. Já com o mais velho, aí a coisa muda relativamente. Amua porque quer ir para a rua com a sua bicicleta nova, ainda que tenha de esperar pelo fim da tarde porque não pode apanhar sol; amua porque quer comida quente e ainda tem de comer coisas frias durante mais uns dias; amua porque lhe falta a rotina do colégio e fica meio perdido com tanto tempo livre. Enfim, o que é mesmo bom nisto tudo é que continua encantado com o mano pequenino (o mano fofin[h]o...) e lambuza-o com beijos e festas e abraços apertados. Amanhã há mais.

1 comentário:

marina maia disse...

E devem ser tão bons esses momentos...aproveita-os bem!!!
Muitos, muitos beijinhos a todos!!!