sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Gostava de saber

se há alguma directiva que obrigue as meninas dos embrulhos a fazerem o seu trabalho o pior que podem?
Aborrece-me pedir para que me embrulhem um presente e saber que, ao chegar a casa, terei de o fazer eu própria. Mais: enquanto a vejo enrolar o papel e amassar a fita-cola sobe-me um nervoso por mim acima, que só a custo não lhe berro PARE COM ISSO! NÃO SABE FAZER MELHOR?! QUER QUE A ENSINE?! Caramba, eu não sou muito ajeitada, mas para fazer um embrulho em condições não serão necessárias aptidões mais que medianas...

Nos últimos dias

têm-me perguntado o que gostaria de receber nos anos… Na verdade, o que eu quero mesmo é mimos, beijinhos e abracinhos. Quero que todos os amigos se lembrem de mim e me liguem. Quero passar o dia em boa companhia (pena não poder estar com todos…). Para além de tudo isto, não ficava nada aborrecida se me oferecessem um livrinho…


PS.: Pode ser Feminino Singular, da SCM ou A Minha Herança, do B.Obama…!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Alegria, alegria, alegria!

Lembram-se disto?
A resposta já chegou e agora estou assim...!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Ontem


o novo-carro-velho voltou a dar problemas. Chegado à bomba para abastecer, fez birra e não quis andar mais. Felizmente, foi a dois passos de casa. Entrei em stress, claro, porque o menino tinha saído da oficina há meia dúzia de semana, mas lá me controlei. Que remédio!
Entretanto, lá veio o pronto-socorro-A-e-C, directamente de VNR, debaixo de um frio terrível, para ver se, os quatro, o conseguíamos reanimar. Mas não, nada feito! Logo à tarde, lá teremos de chamar o reboque para levar o menino de volta ao hospital. Mas segundo o diagnóstico do A, não é nada de cuidado, dá para tratar em regime de ambulatório!

domingo, 16 de novembro de 2008

No sábado


passei a tarde inteira com um grupo de pessoas (algumas delas, família), onde se contavam duas crianças, uma com seis e outra com quinze meses. A mais pequena, era uma fofinha, mas ainda pouco interagia, a não ser com largos sorrisos; a mais crescida, essa sim, encheu a casa de corridas, de palavras, de brincadeiras. A casa onde estivémos, normalmente tranquila e silenciosa, esteve ontem cheia de risadas e palminhas!


É assim que eu quero a minha casa: cheia com uma criança que dê risadas e bata palminhas...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Vi


ontem, no dia de estreia.
Um filme pesado, triste, extraordinário. Meirelles mostra sem equívocos (aliás, como Saramago havia feito), como o homem civilizado se transforma em animal quando a única questão que se coloca é a sobrevivência. A não perder.
(Eu não sou a pessoa indicada para avaliar este filme, porque o Ensaio sobre a cegueira é o livro de que mais gostei até hoje…)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008



'anúncia recandidatura...'?!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Nervos


Sabem o que é passar os dias em tensão, à espera de uma resposta?

Eu sei…

segunda-feira, 10 de novembro de 2008



'Seis bilheres'?
Há dias que este erro persiste no Público...
A propósito, o provedor ainda não respondeu ao meu email.
(Cliquem na imagem para conseguirem ler o texto!)

domingo, 9 de novembro de 2008

Presente



deste fim-de-semana...!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Lembram-se


disto? Pois bem, tinha consulta marcada para a passada 3ªfeira, mas não pude comparecer e liguei a desmarcar. Ontem liguei para a clínica para reagendar a consulta, e o diálogo foi mais ou menos assim:
Recepcionista: Só para dia 25 de Novembro.
Eu: Mas assim vou ter dois meses de intervalo entre duas consultas! Não pode ver se me 'encaixa' antes disso?
R: Só para dia 25...
Eu: Seja! Já agora pode dar-me o número da clínica das Picoas? Pode ser que consiga consulta mais cedo...
R: Lá, só para Dezembro... Mas anote: 21x xxx xxx.

Desliguei, respirei fundo e liguei para o número que a menina me deu. Como o número não estava atribuído (grrrrr), fui às pai.pt e lá liguei e lá contei a história toda.

R2: Pode vir amanhã às 18h30?


Toma e embrulha!



Vejam isto!

É por estas e por outras que por vezes chego a pensar que a violência física pode ser a solução...

Hoje é notícia


a morte de uma jornalista de 28 anos. Leucemia. Há uns dias, os meus pais comentaram a morte de um rapaz de 27 anos. Cancro no fígado.

Até há uns anos atrás, quem morria de cancro ou de avc eram os avós e os tios velhotes, e hoje em dia, o critério da idade de nada vale… É incrível as histórias que ouvimos de gente nova que adoece e/ou acaba por morrer de doenças terríveis que, noutros tempos, eram doenças de velhos. Fiquei perturbada confesso. Não pelas pessoas, embora naturalmente lamente e respeite, mas pela situação. Amanhã posso ser eu, o meu marido, o meu irmão, a minha amiga… Somos todos jovens e saudáveis, mas quem nos garante que nada nos vai acontecer? Pior que tudo: o que podemos fazer para que nada nos aconteça, para contrariar as estatísticas? É simplesmente assustador…

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Eu não sou

particularmente embirrenta mas há gente que me irrita e quase me obriga a guardar um ódiozinho de estimação. Já mencionei esta grande escritora e hoje refiro a grande actriz/cantora que responde pelo nome de Luciana Abreu. Esta mulher foi concorrente do Extreme Makeover, mas esse episódio ainda não foi emitido cá! Então vejam: chegou timidazinha, boazinha, com o discurso ‘sou abençoada por Deus por me ter permitido concretizar o meu sonho’, e agora, é vê-la...! Trocou as saias rodadas (floridas e com tule...) pelos ultra-mini-shorts, aumentou a peitaça três números acima do aceitável e diz que há-de chegar a Hollywood... Há ou não há um antes e um depois?

Já viram o programa que ela tem na SIC, dirigido à criançada? Se puderem, não vejam... A menina veste-se (?!) de uma forma exuberante, totalmente desadequada ao público alvo; tenho para mim que a SIC quer angariar novos públicos nas manhãs do fim-de-semana. Já estou a ver os papás a acordarem antes dos filhos para ir ver o Lucy...

Já agora, não duvido um segundo que esta grande artista chegue a Hollywood. Acho que a TAP tem voos directos para Los Angeles...


terça-feira, 4 de novembro de 2008

Ao que parece

hoje estou chata…
Acabei de ler esta notícia no Público e fiquei a questionar-me se os recursos e os dinheiros utilizados não seriam melhor aplicados em cirurgias de outra natureza.Não estou a pôr em causa a validade deste tipo de operações e a importância na vida dos implicados, mas provavelmente um doente cardíaco precisará com mais urgência de uma intervenção cirúrgica. Também é verdade que o médico que trata das questões de mudança de sexo não é o mesmo que acompanha as outras especialidades, mas custa saber que o Estado está a subsidiar operações de mudança de sexo quando as listas de espera para cirurgias urgentes ainda são demasiado longas…