quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Soube há uns dias que este pai se suicidou. Lamentei mas confesso que não fiquei espantada.
Acredito que uma pessoa que perde um filho nunca recupera e que o casal não se restrutura totalmente. Sobretudo em casos deste tipo, em que a sombra de culpa não deixa de estar presente.
A morte de um filho deve ser a dor mais insuportável que existe e deve levar os pais a um estado parcial de não vida, por isso julgo que entendo a decisão deste pai.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sempre gostava de saber


por que raio me pedem a opinião se não só não a consideram como nem sequer a ouvem.
Mr Zé Pedro & friends tomavam café num centro comercial e as meninas que passavam iam olhando, comentando e sorrindo*.
Ele fingia que não via...

*(Juro que não as entendo...!)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

H1N1


Plano pessoal para evitar contágio do H1N1:

- lavar as mãos 100 vezes ao dia
- usar toalhitas com álcool na impossibilidade de lavar as mãos
- usar toalhitas com álcool para limpar a secretária antes de começar a trabalhar
- consumir kiwis e laranjas desenfreadamente
- consumir sopa com muita cebola e alho
- comer uma colher de mel por dia
- usar luvas nos transportes públicos
- nunca tocar nas maçanetas das portas
- evitar locais lotados (centros comerciais, cinemas, etc)

Se alguém se lembrar de alguma coisinha mais, faça favor de dizer, sim?

Marley & Eu



Terminado, depois de dois dias de leitura.
Bem escrito, super divertido e muito triste no final.
Agora falta ver o filme, para dar mais umas gargalhadas!

In love with...



Da Esprit.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009


Para não andar sempre de garrafa de água em punho, optei por uma destas. Não é particularmente bonita (estas são muito mais fashion...), mas ajuda a reduzir o tremendo deperdício que era o consumo de várias garrafas por dia. No escritório, há quem tenha um copo de vidro para encher ao longo do dia, em vez de usar um plástico de cada vez que a sede aperta; há quem tenha uma chávena de louça para evitar os cafés em copinhos; todos estes pequenos gestos são importantes para, dia a dia, minimizarmos a nossa pegada.

Sobremesa



O Outono só ontem chegou a minha casa...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Problemas de expressão


Ontem, numa loja de roupa para adolecentes, perguntei se já não tinham uma determinada peça, ao que a empregada respondeu 'A gente nunca tivémos isso'...
WTF?!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Angústias


Já passei por momentos de grande angústia, alguns deles contados aqui. Essencialmente, situações sobre as quais eu não tinha nenhum tipo de controlo, decisões que em nada dependiam de mim mas que me influenciariam o futuro. De resto, muito pouco. Felizmente.
Até à passada semana, no dia da minha segunda ecografia. Nesse dia dormi mal, acordei stressada, comi sem vontade, trabalhei com embaraço e contei os minutos até à consulta de uma forma espinhosa e doentia. Acho mesmo que tive febre, tanta era a ansiedade! No meu íntimo, sentia que estava tudo bem connosco, mas a simples ideia de um médico me dizer 'lamento, mas...' deixava-me doente.
Será isto que me espera até ao fim dos meus dias? Será disto que todas as mães falam?

domingo, 1 de novembro de 2009


Se eu fosse sócia do Benfica, teria desistido e atirado o cartão para o lixo.

Acho inadmissível perder um jogo da 9ª jornada e estar em 2º lugar da tabela...

Mariza


Não consigo escolher palavras que sejam justas para qualificar o concerto de ontem, no Coliseu de Lisboa. Foi soberbo!
Ao seu melhor nível, Mariza cantou, dançou, fez cantar e dançar, contou histórias, choramingou e fez chorar, recebeu rosas e agradeceu, trocou o palco pela plateia...
Encheu-me de alegria e de emoções que tive dificuldade em gerir - chorei como uma madalena e saí de lá com o coração cheio.

sábado, 31 de outubro de 2009

Por causa disto, decidimo-nos por uma consulta médica domiciliária. Ainda não eram 10h00 quando liguei para o seguro para fazer o pedido e de lá informaram-me que o serviço estava bastante atrasado, porque as pessoas temiam contágios de gripe A e em vez de irem aos hospitais, pediam o médico ao domicílio. Muito bem, passamos o dia em casa, também não será dramático. Além disso, o T. não está assim tão mal (senão teríamos ido ao hospital, a cinco minutos de casa...). Entretanto, às 20h00, e por que o médico continuava sem bater à nossa porta, voltei a ligar para o seguro e um simpático menino sugeriu que continuasse a aguardar com paciência. Perdi um bocadinho as estribeiras e disse-lhe que achava que um atraso de 10horas me parecia um tanto ou quanto abusivo, ao que o menino me respondeu que as coisas são mesmo assim, o meu seguro também não menciona tempo de espera... É o que temos! Optámos por cancelar a porcaria da consulta. E amanhã se o T. não estiver melhor, lá terá de ir ao hospital...

Mochilas e rabos

No comboio, três senhoras resmungavam com um miúdo por causa da mochila que trazia às costas. Diziam elas que a dita também devia pagar bilhete pelo espaço que ocupava e que as impediu de sentar onde queriam. A resmunguice não parava até que o miúdo explodiu: As senhoras é que deviam ter dois bilhetes cada uma, por causa do tamanho dos vossos rabos...!
Tive de rir. Eu e muitos outros passageiros. Teve de ser.

Nonsense


Por que raio é que fico tão preocupada quando o T. está adoentado, mesmo sabendo que não é nada de mais?
Faz algum sentido?