segunda-feira, 14 de junho de 2010

Saudades

do mar...

Irrito-me

solenemente com as pessoas que me dizem para não dar colo ao ZM quando ele chorar, sob pena de se tornar manhoso.

Manhoso já ele é, sabe muito bem o que fazer para ser o centro das (minhas) atenções e o colo é fundamental para o seu crescimento afectivo. Além disso, agora é que é altura para eu lhe dar colinho, agora é que ele/eu precisa/o.

domingo, 13 de junho de 2010

Modernices...

Enquanto o T. dava banho ao ZM, eu enterrei-me no sofá a ver um jogo de futebol...

13 de Junho:

o meu último dia de liberdade (já bem condicionada, é certo) gastronómica!

Amanhã vou iniciar um programa de reeducação alimentar à séria, por isso, desconfio que logo à tarde vou emborcar uma sobremesa hiper calórica...

sábado, 12 de junho de 2010

Já não há pachorra

para estes dois. Tanto mel só me faz enjoar!

Até simpatizava com ela, mas a (excessiva) companhia deixou-a meio parva, tadita...

Dava tudo*

para pegar em nós e ir para aqui. Ou para outro sítio parecido. Só para fugir da cidade.


* tudo não, quase tudo

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Este blogue

tem tão poucos visitantes que quando algum deles está uns dias sem aparecer, fico preocupada...

M., espero que estejas bem!

terça-feira, 8 de junho de 2010

A minha gata Méri

está a passar um mau bocado com a chegada do ZM.

Desde que a minha barriga começou a crescer que se comporta de forma diferente, em protesto contra aquilo que eu penso que ela julgue ser um afastamento, um deixar de gostar dela. Não sei o que fazer para que ela perceba que continua a ter o lugar dela cá em casa e na nossa família porque vejo que anda triste. Sempre foi o bebé da casa, a nossa menina, e esse posto agora foi preenchido pelo ZM, mas o lugar dela continua firme.

Se alguém me puder dar uma ajuda, agradecia...

Baby sitter

Tive de ir ao médico e não me apetecia nada levar o ZM comigo. Andar com o carinho de bebé nos passeios da cidade (quando os há ou quando não estão a servir de estacionamento...) não é uma ideia sedutora e estava demasiado cansada para usar o marsúpio, por isso fui deixá-lo com a avó.

Sempre ouvi dizer às minhas amigas e conhecidas que a primeira vez que deixaram os filhos com outra pessoa sofreram imenso, custou-lhes pela vida. A mim, não. O menino estava bem entregue e eu sabia que ia demorar-me duas horas, no máximo, por isso, foi muito tranquilo.

Provavelmente, sou má mãe. Sem sentimentos. Talvez seja melhor ir internar-me voluntariamente numa clínica da moda, não vá chegar a vias de facto e fazer mal à criança...

Pára tudo: o Nani lesionou-se!

É este tipo de notícias que me desregula o espírito. E agora, como vai ser?

Não há pachorra para a excessiva cobertura que as tvs fazem dos passos da selecção. Ele é o entrar no autocarro que a transporta ao aeroporto, ele é a descida do avião, ele é o mostrar dos quartos de hotel, ele é as refeições... Os senhores são tratados como heróis, não tendo ainda desempenhado nenhum feito digno disso.

A ver vamos, como dizia o outro...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Experimentem

andar de transportes públicos usando o marsúpio - se e quando for o caso, claro! As pessoas têm sido mais prestáveis agora do que quando estava grávida.

domingo, 6 de junho de 2010

Herpes labial

Confesso que cheguei a julgar que me tinha livrado dele...

Depois de quase um ano de ausência, eis que o dito cujo voltou em força... GRRR!

Mistério...

O ZM, por mais adormecido que esteja, desata num berreiro gigante sempre que entra no Pingo Doce...

sábado, 5 de junho de 2010

Ao que parece,

os meus pés cresceram mesmo. Ainda pensei que fosse apenas (mais) um efeito secundário da gravidez e que a coisa voltasse ao sítio, mas parece que não.

Agora onde é que eu vou encontrar sapatinhos rasos sem ar de matrafões? Se a minha vida já não era fácil, agora de certeza que vai piorar... E o que é que eu faço às minhas sabrininhas de que eu tanto gosto?

Voltei


Depois de uns dias maravilhosos cheios de mimos e paparicos, regressei à realidade factual. Tenho a clara noção de que seria incapaz de voltar a viver com os meus pais, mas a verdade é que uns dias lá em casa sabem-me sempre muito bem.