Os presentes já estão todos comprados, embrulhados e etiquetados. Como o Pai Natal só passa cá por casa para a semana, escondemos a tralha toda na casa de banho pequena e fechámos a porta à chave. Não é o sítio ideal, mas foi o que se arranjou. Agora vamos pedir aos céus que as vontades de ir não sejam em simultâneo, senão fica complicado!!!
domingo, 18 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Lierac - Body Slim
Prometi a mim mesma que esta seria a última tentativa de derrotar a malvada celulite.
Se conseguir, ótimo, se não, paciência.
É que há guerras que não vale a pena comprar!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
O nosso Beethoven
Há umas semanas que o meu prédio tem novos inquilinos, mais concretamente no andar por cima do meu. E há-de ser gente boa, pois desde o feriado que um sonzinho de piano nos entra pela casa dentro ao fim da tarde. Quando estou a brincar com o ZM, confesso que me irrita um pouco ter de falar mais alto ou aumentar o volume da (nossa) música, mas quando estou sozinha, adoro sentar-me no sofá a ouvir e a apreciar.
sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Claraboia - José Saramago
Acabadinho de fechar, ainda quente.
Muito distinto dos últimos livros de Saramago, mas já a deixar antever aquilo que seria o estilo e a forma característicos do autor. Bastante menos reflexivo e com um uso da corrente da língua (e da pontuação), Claraboia vale o tempo que leva a consumir.
E deu-me tanta pena por não haver mais nada de novo...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Feriado
O T. saíu e o baby boy adormeceu. Estou sozinha, portanto. Que bom! Vou-me aninhar no sofá, mantinha em cima, música da boa, baixinha, estores para baixo, a ver se o sono vem. Belo feriado, este.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
É extraordinário
como um sms nos pode mudar o dia! Quando num dia feio, sem sol nem luz, olhamos para o telefone e lemos um sms de um amigo querido, de tempos idos, com quem partilhámos a infância e os verdes anos, o dia ilumina-se de repente com uma luz clara, bela e capaz de fazer atirar sorrisos a quem passa na rua.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Evidência #15
As ações solidárias muito comentadas soam-me sempre a coisa falsa... Por acaso é preciso apregoar o que se faz ou o que se dá? Se é, parece-me plástico.
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