Depois de algum tempo de preguiça, voltei às leituras. Tinha alguma vontade de conhecer o ilustre desconhecido vencedor do Prémio Leya do ano passado e assim aconteceu.
O teu rosto será o último foi uma espécie de surpresa moderada. Esperava bastante mais (as distinções fazem subir as expecativas...) mas não me senti defraudada. É uma escrita fluida e leve, com um sentido de simetria que me agradou. O conteúdo surge, por vezes, confuso, no entanto, valeu a pena perder a meia dúzia de horas que o livro me tomou. Agora é esperar pelo próximo para ver a evolução.













