Uma tarde que se queria de cinema, foi de cinema mas em casa. Recostados no sofá, mantinha pelas pernas qual casal de reformados friorentos, assim passámos uma bela tarde, reconfortante, sem preocupações com o lanche, nem com a fralda (ou a ausência dela), nem com rigorosamente nada. Fazer coisas é altamente sobrevalorizado num tempo em que poder fazer nada é maravilhoso.
(O pirata foi passar a tarde com a avó e Argo foi o escolhido.)












