
passei a tarde inteira com um grupo de pessoas (algumas delas, família), onde se contavam duas crianças, uma com seis e outra com quinze meses. A mais pequena, era uma fofinha, mas ainda pouco interagia, a não ser com largos sorrisos; a mais crescida, essa sim, encheu a casa de corridas, de palavras, de brincadeiras. A casa onde estivémos, normalmente tranquila e silenciosa, esteve ontem cheia de risadas e palminhas!
É assim que eu quero a minha casa: cheia com uma criança que dê risadas e bata palminhas...
2 comentários:
Eu quero ser o pai dessa criança porque te adoro.
Coisa mai linda!!
Vamos lá a despachar que eu quero muito ser tia...
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